Soneto / Acróstico para Luísa
L auro e Lu, pais corujas como o quê!
U fanam-se da graça de sua filhinha,
Í mpar figura de anjo, flor nenê!
S orrindo, ela é tão engraçadinha!
A roma suave de inocente criança!
L eva-nos a gritar: mas que candura!
E o pensamento voa na lembrança...
M exendo com os tempos da aventura!
O s olinhos parecem faiscar,
S íntese perceptível deste amor,
A fazê-los unir e apaixonar!
L edos e decididos na esperança,
U ngidos na graçca do Senhor,
Z eus! que sejam felizes com a criança!...
(BH, 25.06.08: Pedro Maurício O. Lemos)





